Breve Nota: Como eu vejo a criatividade

Numa qualquer noite chuvosa eis que num lugar qualquer habitado alguém está na sua poltrona a deleitar-se com as suas tarefas normais, onde a espaços quase certos pensa em nada. Lá fora um silêncio normal da noite, apenas interrompido pelo bater da chuva certa nas folhas das árvores. O que se passa a seguir acontece vulgarmente, não é inocente, nem por vontade própria certamente, apenas acontece quando menos se espera. Alguém chega de vagar, bate à porta. Da poltrona alguém pergunta:
“- Quem é?”, a resposta dá-se com um simples:
“- Sou eu! Vim para te fazer companhia!”, do trono alguém riposta: “- Ah! És tu! Entra entra! Puxa uma cadeira e vem para junto de mim!”,
“- Não, não quero ir para junto de ti! Quero entrar em ti, consumir o teu cérebro, fazer dele o que mais ninguém faz, quero que puxes por ele, sem dares conta que o fazes, quero que o ponhas a trabalhar, sem o fazer suar, quero que penses, sem pensar, quero que consigas reagir, quero que passes para o papel aquilo que dele vai sair, quero que penses sobre isso, mas não quero que faças disso a tua vida, apenas quero que faças disso o teu momento, o teu pequeno momento num qualquer dia como tantos outros, ou naquele dia que parece ser o melhor de todos!”
Depois disto abateu-se um silêncio sobre a pequena sala onde esta pessoa e a sua imaginação se encontraram, depois disso apenas ficou para recordação do encontro este pequeno pedaço de nada, que no fundo consegue ser muito mais que tudo!

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